domingo, 21 de fevereiro de 2010

Susan se renda!


Assisti a um filme biografia da Coco Chanel, já havia começado e estava na parte da inauguração de sua primeira loja, especializada em chapéus (não era o filme mais recente sobre ela).  Fiquei tão interessada que estou lendo uma biografia escrita por um antigo editor da Marie Claire, Marcel Haedrich.
Chanel era dada a frases de efeito:
“A vida é de uma maldade, de uma dureza”, dizia. “As pessoas ditas inteligentes são de uma estupidez, de uma frivolidade! Quando éramos jovens, não éramos tão frívolos. A superficialidade desta nossa época me arrasa”.
Tem aos montes no livro. 


Sua história é fantástica, coisa do XIX mesmo. Origem obscura, tragédias pessoais, sucesso, paixões, dinheiro. Sabe o pretinho básico? Quem inventou foi Chanel. Roupas confortáveis como premissa para o vestuário feminino? Chanel também, ela introduziu novos tecidos, como o jérsei. Modelos magras? Chanel! Perfume de grife? Chanel!
Esta biografia busca captar a subjetividade dos elementos que tornaram Coco Chanel uma personagem singular dentro da cultura do século XX por ter recriado e consolidado a singularidade da alta costura francesa para mulheres a partir de um ambiente hostil a ela.
Rendi-me a sua história. O interesse por moda foi despertado. Vou procurar uma indicação de boa leitura sobre o tema por isso, sem fino da bossa desta vez.
A crítica do filme e do livro não é boa. Não indico, devem existir melhores fontes. O filme é um tipo B. O livro tem a narrativa arrastada, é salvo em parte pelos depoimentos ipsis litteris de Chanel.

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